COMUNICADO SOBRE A RETOMADA CONSCIENTE DAS ATIVIDADES DA FUNCATE EM CUMPRIMENTO AOS DECRETOS ESTADUAIS Nº 64.881, DE 22 DE MARÇO DE 2020, Nº 64.994, DE 28 DE MAIO DE 2020, E Nº 65.563, DE 11 DE MARÇO DE 2021.


Nos termos do art. 2º, inciso IV, do Decreto Estadual nº 65.563, de 11 de março de 2021 (DOSP de 12/03/2021), alterado pelo Decreto Estadual nº 65.596, de 26 de março de 2021 (DOSP de 27/03/2021), bem como em atenção às recomendações da Organização Mundial de Saúde – OMS, informamos que a FUNCATE manterá as suas atividades exclusivamente em sistema de home office até o dia 11 de abril de 2021. Durante esse período a Fundação analisará os indicadores da Secretaria de Saúde e as regras gerais e específicas que serão editadas, a fim de decidir sobre a forma de atuação do próximo período.

Contamos com a compreensão de todos e continuamos a acompanhar a evolução da Pandemia COVID-19, bem como as medidas dos três níveis de governo (Federal, Estadual e Municipal).

Colocamo-nos à disposição para os esclarecimentos que se fizerem necessários. Atenciosamente,


Dr. Josiel Urbaninho de Arruda
Presidente do Conselho Diretor



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Satélite CBERS-4A passa por revisão final na China

Próxima etapa será o acondicionamento para ser transportado para a base de lançamento

Satélite CBERS-4A passa por revisão final na China
Especialistas do INPE e da CAST realizam a Revisão Final de Projeto em Pequim


Especialistas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST, na sigla em inglês), em Pequim, na sigla em inglês) realizaram, na última quarta-feira (25/09), em Pequim, a Revisão Final de Projeto (FDR) do satélite CBERS-4A. Durante o encontro, foram apresentados e discutidos os resultados dos testes elétricos e ambientais realizados no satélite, que no momento se encontra no laboratório da CAST, em Pequim. As atividades de montagem, integração e testes (AIT) do satélite aconteceram no Laboratório de Integração e Testes (LIT), do INPE, em São José dos Campos (SP).

A Revisão Final de Projeto é uma etapa importante que antecede o lançamento do satélite e contou com a presença de 19 especialistas do INPE, 39 da CAST, além de representantes da Embaixada do Brasil em Pequim, da China Aerospace Science and Technology Corporation (CASC), da Administração Nacional de Espaço Chinesa (CNSA) e do Center for Resources Satellite Data and Applications (CRESDA).

"Não tendo sido identificada discrepâncias significativas, a conclusão dos especialistas dos dois países foi de que o satélite CBERS-4A está pronto para ser transportado para a Base de Lançamento e iniciar a sua campanha de lançamento", destaca o coordenador do Segmento Espacial do Programa CBERS, Antonio Carlos Pereira Junior.

A próxima etapa será o acondicionamento do CBERS-4A para ser transportado à Base de Lançamento de Satélites de Taiyuan (TSL C), previsto para o início de novembro. O lançamento está previsto para dezembro deste ano.

O satélite CBERS-4A é o sexto desenvolvido em parceria com a China, cujo programa é resultado do primeiro acordo de cooperação em alta tecnologia firmado entre dois países no contexto das relações internacionais Sul-Sul.

No Brasil, a responsabilidade do desenvolvimento do Programa CBERS (sigla em inglês para Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres) é do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e na China, da Academia Chinesa de Tecnologia Espacial (CAST).

Imagens e aplicações

O CBERS-4A leva a bordo duas câmeras brasileiras (MUX e WFI) e uma chinesa (WPM). A MUX irá gerar imagens de 16 metros de resolução, com revisita de 31 dias. A WFI possui resolução de 55 metros e revisita de 5 dias, enquanto a WPM, conta com resolução de 2 metros em modo pancromático e de 8 metros em RGB.

As especificações do satélite sino-brasileiro são similares às dos programas de sensoriamento remoto orbital mais utilizados em todo o mundo, como Landsat (Estados Unidos), Resourcesat (Índia) e Copernicus (União Europeia).

Os dados do Programa CBERS estão disponíveis aos usuários no catálogo online do INPE. A oferta gratuita de imagens de satélites beneficia o sistema de gestão do território do próprio governo, a pesquisa nas universidades e o desenvolvimento de empresas privadas, que geram emprego e renda a partir da tecnologia espacial.

Mais informações: www.cbers.inpe.br

Fonte: INPE

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